07/03/2022
  • B I R D E N   X   I N D I E 

    JOANNA CAMPISTA
    Sobre mudanças de vida e surf

     Fotos: @rafael_guedes e @sickframes | Video: @francobota | Texto: @luccascagnon | Pós-produção: @fellipeditadi

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    Sobre a Jo

    Joanna Campista tem 31 anos, natural do Rio de Janeiro, começou a surfar aos 20 e poucos e através de um projeto profissional e da experimentação de diferentes pranchas, viu uma necessidade no mercado de shapers durante a pandemia que viria a se tornar sua nova paixão e profissão.

     

     

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    Trajetória

    Seu começo no surf coincidiu com o período de mudança de área profissional na cena audiovisual.

    No início, fazia edição de vídeos para a TV em programas como o Brazilian Storm do canal OFF e na sequência virou produtora audiovisual, sempre tentando relacionar o surf a seus projetos. Seu último grande projeto pré-pandemia foi o Maré das Marias, que mapeava a cena feminina do surf pelo Brasil.


     

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    Dentro deste cenário, conheceu diferentes perfis de mulheres ligadas ao surf, desde de instrutoras de escolha de surf, atletas, fotógrafas até empresárias de moda e ao buscar por mulheres shapers, viu que praticamente não existiam e disso começou a florescer sua vontade de fabricar pranchas.

     

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    O início de um sonho

    No período da pandemia onde o mercado audiovisual estava parado, Joanna resolveu tirar o projeto do papel e foi atrás de informação, investindo tempo e dinheiro no seu sonho. Porém, ao buscar por um "mestre" que pudesse lhe ensinar a como fabricar suas pranchas, se deparou com um mercado muito focado em modelos de alta performance, triquilhas, pranchas rápidas e não puramente voltadas para a diversão.


     


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    Joanna que começou a surfar de "panchinha" e buscava sempre aprender novas manobras, quando conheceu seu companheiro Rafael Guedes que é entusiasta do surf clássico, teve a oportunidade de experimentar novos tipos de prancha e isso foi fundamental para ela abrir a cabeça para novas possibilidades.

     

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    "Muita gente infelizmente tem a ideia que quanto menor e mais fina a prancha, melhor é o surfista. Eu queria através da minha marca, passar a visão de que a prancha é pra você se divertir e a evolução será uma consequência do seu bem estar na água, com um equipamento que você se sinta à vontade e não por apenas ter uma prancha performance para fazer bonito na frente dos outros."


     

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    Assim como suas ideias mudaram muito ao experimentar vários tipos de pranchas, é exatamente isso que ela quer passar, inclusive é o slogan da Indie: "Pranchas pra você se divertir."

     

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    A Indie não é uma marca que trabalha com qualquer modelo de pranchas por encomenda, ela tem modelos pré existentes criados, testados  e aprovados pela Jo e seus amigos, mas adaptações podem ser feitas em cima de seus designs para melhor atender o nível e gosto dos clientes.


     

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    Surpresas da vida

    Na viagem onde Joanna fechou a encomenda das primeiras pranchas, descobriu que estava grávida. "As pranchas nasceram junto comigo sendo mãe", brinca Joanna, o processo a assustou no começo por medo de não conseguir fabricar suas pranchas durante a gravidez, mas na verdade conseguiu fabricar diversas pranchas durante o período.


     

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    Entre o empreendedorismo, família e projetos audiovisuais, Joanna segue uma rotina agitada e feliz, conseguindo realizar sonhos e propósitos. 

     

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